Versão ao português de "Amores Extraños" (trechos):
(...)
É a espera de um telefonema
A aventura do não lógico
A loucura do que é mágico
Um veneno sem antídoto
A amargura do efêmero
Porque ele foi embora
(...)
São amores que somente em nossa idade
Se confundem em nossos espíritos
Te interrogam e nunca te deixam ver
Se serão amor ou só prazer
(...)
Amores, tão estranhos que vêm e se vão
Que em teu coração sobreviverão
São histórias que sempre contarás
Sem saber se são de verdade
São amores frágeis
Prisioneiros, cúmplices
São amores problemáticos
Como tu, como eu
Tão estranhos que vivem negando-se
Escondendo-se de nós dois...
César Pavezzi
domingo, 3 de abril de 2016
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Um poema de Flora Figueiredo, poetisa brasileira contemporânea:
Expectativas
O vento anda ficando mentiroso:
prometeu trazer você - não trouxe,
de dizer o porquê - não disse;
passou com pressa rumo ao horizonte.
Já não tem importância
que cometa outra vez
um ato de inconstância.
Aprendi a esperar.
Se ventos são capazes de levar embora,
a qualquer hora
também serão capazes de fazer voltar.
(Versão ao espanhol)
El viento se anda poniendo mentiroso:
prometió traer a usted - no trajo,
de decir el porqué - no dijo;
pasó con prisa rumbo al horizonte.
Ya no tiene inportancia
que cometa otra vez
un acto de inconstancia.
Aprendi a esperar.
Si vientos son capaces de llevar a uno,
a cualquier hora
también serán capaces de hacer volver.
César Pavezzi
Expectativas
O vento anda ficando mentiroso:
prometeu trazer você - não trouxe,
de dizer o porquê - não disse;
passou com pressa rumo ao horizonte.
Já não tem importância
que cometa outra vez
um ato de inconstância.
Aprendi a esperar.
Se ventos são capazes de levar embora,
a qualquer hora
também serão capazes de fazer voltar.
(Versão ao espanhol)
El viento se anda poniendo mentiroso:
prometió traer a usted - no trajo,
de decir el porqué - no dijo;
pasó con prisa rumbo al horizonte.
Ya no tiene inportancia
que cometa otra vez
un acto de inconstancia.
Aprendi a esperar.
Si vientos son capaces de llevar a uno,
a cualquier hora
también serán capaces de hacer volver.
César Pavezzi
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Novas entrevistas inusitadas
César Pavezzi encara uma
de repórter outra vez e resolve conversar com outras sete Senhoras dominadoras
do mundo e da vida, em muitos sentidos... Um projeto audacioso porque envolve
questionar justamente quem nos dá respostas para todas as angústias e
inquietações da Humanidade. Com certeza, a sabedoria das respostas obtidas pode
nos levar a inúmeras reflexões sobre o que estamos fazendo com nossa própria
realidade e com nosso destino. Com vocês, leitores, nossa segunda convidada:
Senhora Solidariedade
César Pavezzi: É com
grande contentamento que tenho oportunidade de fazer esta entrevista com Vossa
Senhoria... E já gostaria de saber como a senhora quer ser entendida, a partir
do seu nome?
Solidariedade: Meu nome se
relaciona com reciprocidade, já que devo funcionar em conjunto com ela. Ou
seja, que todos entendessem que ninguém deveria ser ou estar sozinho neste
mundo, em nenhum tipo de circunstância...
Repórter: É possível então
pensar que muitos seres humanos não compreendem a recíproca e, com isso, se
tornam menos solidários?
Solidariedade: Sob
determinados pontos de vista, sim. Se o exercício solidário depende de um
outro, com necessidades e desejos semelhantes e universais, é necessário
relacionar minha postura com a desse outro, para o início de um sentimento de
empatia.
Repórter: Pode-se dizer
então que falta muito desse exercício no mundo de hoje?
Solidariedade:
Infelizmente, tenho que concordar com seu questionamento. Não só falta, como
também inexiste a consciência de que, as diferenças sociais, culturais e
linguísticas não deveriam significar barreiras para esse exercício, já que
solidariedade pressupõe reconhecer que todos somos humanos, vivendo no mesmo
planeta.
Repórter: Mas essa falta
de consciência não está ligada aos processos históricos que sempre mostraram a
humanidade mais preocupada com questões materiais, menosprezando fatores
emocionais e sociais, importantes quando se pensa em valores morais?
Solidariedade:
Absolutamente correto. Líderes de várias épocas, em sua maioria, sempre
buscaram satisfazer questões egoístas e territoriais, esquecendo-se
completamente da necessidade do diálogo, das negociações coletivas, de acordos
pacíficos entre povos.
Repórter: A senhora
poderia, a título de exemplificar, discorrer sobre um fato simples, envolvendo
solidariedade?
Solidariedade: Com
satisfação. Imagine a relação entre uma criança e uma plantinha, em que foi
trabalhada a noção de que ambos são seres vivos e dependem da água para
sobreviver, como necessidade básica. Com certeza, essa criança vai se
solidarizar com a vegetação, em sentido mais amplo, sabendo que a chuva e o uso
consciente desse líquido são essenciais para a vida de ambos.
Repórter: Bela e
pertinente elucidação. Nessa mesma linha, a senhora imagina, então, que
solidariedade é um sentimento que pode ser ensinado?
Solidariedade: Pode e deve,
desde a mais tenra idade. Mas não creio que isso precise ficar a cargo somente
de instituições escolares, não. Assim como outros sentimentos e valores, é um
sentimento que a família precisa desenvolver, tanto quanto o respeito pelas
diferenças.
Repórter: E para
concluirmos esse momento de sábias reflexões, haveria uma fórmula para que a
senhora se sobressaísse nas relações humanas, nos mais diversos níveis?
Solidariedade: Creio que
não há conselhos ou prescrições para um sentimento espontâneo e sincero. O que
me parece positivo observar é que, desde pequenas atitudes até grandes projetos
que envolvem a mim, é o efeito multiplicador que isso pode deflagrar, formando
grandes núcleos solidários, sem as barreiras que já citei.
Repórter: Foi muito
inspirador falar com a senhora. Muito grato.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Mais entrevistas inusitadas...
César
Pavezzi encara uma de repórter outra vez e resolve conversar com outras sete
Senhoras dominadoras do mundo e da vida, em muitos sentidos... Um projeto
audacioso porque envolve questionar justamente quem nos dá respostas para todas
as angústias e inquietações da Humanidade. Com certeza, a sabedoria das
respostas obtidas pode nos levar a inúmeras reflexões sobre o que estamos
fazendo com nossa própria realidade e com nosso destino.
Com vocês, leitores, nossa
primeira convidada:
Senhora Justiça
Repórter: É uma grande
honra entrevistar essa grande dama da sociedade humana...
Justiça: Agradeço e acho
justo que possa expor certos erros e equívocos que cometem os homens quando
pretendem me aplicar.
César: Então podemos
começar com uma grande questão: qual a maior injustiça cometida pela espécie
humana durante sua história?
Justiça: O fato de não
considerar que a verdadeira justiça está costurada com princípios morais, e
bastante racionais.
César: Quer dizer isso que
o que se pratica carece de fundamento racional, e a balança geralmente pende
para o lado emocional dos julgamentos?
Justiça: Na maior parte
das vezes, sim. Falar em equilíbrio, em algo justo e ponderado, requer sempre
levar em conta fundamentos racionais e, consequentemente, morais, quando se
julga uma causa.
César: E o que opina sobre
ser representada pelo símbolo de uma dama vendada, segurando a balança, já que
falamos em equilíbrio?
Justiça: Muitos
interpretam mal o fato de me considerarem “cega”. Todos deveriam ser iguais
quando se trata de ter consciência dos seus atos, e não fecharem os olhos para
certas questões num julgamento equilibrado e moralmente correto.
César: Por falta então de
um julgamento mais racional e sustentado em questões morais, a senhora acha que
muitos foram condenados injustamente?
Justiça: Isso é evidente
ao longo de toda a história da humanidade. Nunca existiram tantos mártires que,
só foram compreendidos, depois de erroneamente julgados e mortos.
César: Então podemos
pensar que os muitos defensores de causas nobres, bem como líderes de
movimentos sociais, tornaram-se heróis somente por conta de que se cometeu
injustiça com suas mortes?
Justiça: Na maior parte
dos casos, sim, é uma triste constatação. Ou seja, somente foram reconhecidos
como homens justos por conta da injustiça que fizeram com os mesmos.
César: Nesse sentido, de
que valem então as leis, os estatutos, os regulamentos e as regras de conduta,
quando prevalece uma justiça enganosa exercida por questões de poder e
interesses materialistas?
Justiça: Quase nada, ou
uma mera representação de papeis. Enquanto o ser humano não entender que ser
justo é repensar seus valores morais, e exercê-los na prática, reconhecendo e
respeitando os valores do outro, tudo isso não passa de mero discurso vazio.
César: E já que a
humanidade a trata dessa forma enganosa e triste, como a senhora se sente no
mundo de hoje?
Justiça: Como sempre me
senti em muitos momentos e espaços desse mundo: maltrapilha, descalça, cansada,
tristemente exercida por muitos aproveitadores, interesseiros e egoístas, cujos
valores morais são hipócritas, demagógicos e extensamente duvidosos. Mas ainda
confio que os poucos justos podem fazer a diferença na vida.
Repórter: Não podia
esperar conclusão mais lúcida e justa de sua parte. Muito grato pelas palavras
sábias e oportunas.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Um novo poema para quebrar o silêncio dos dias...
Fala comigo
Fala comigo,
Mesmo eu estando em silêncio
Fala comigo
Ainda que eu não responda
Fala comigo
Pra que eu possa te ouvir, calado
Fala comigo
Porque você não sabe o que grita dentro de mim
Fala comigo
Porque quando você não diz nada
Eu me sinto mais sozinho
Fala comigo
Porque meus olhos e meu coração respondem
Mesmo que você não perceba
Fala comigo
Porque eu sei o que não preciso dizer
Pra você entender aquilo que já está dito
Fala comigo
Para expressar coisas em palavras
Coisas que você encontra num gesto meu
Fala comigo
Porque quando você não emite sons
Minha alma fica apertada de silêncio
Fala comigo
Porque tua voz me acalma dentro do caos
E nosso silêncio é nossa melhor linguagem.
César Pavezzi
domingo, 7 de junho de 2015
Uma canção do passado refletindo o presente...
Com licença poética, fazemos aqui uma adaptação da canção "Revoluções por
Minuto", do famoso grupo RPM, que muito agitou mentes e corações de nossa época:
"Sinais de vida no país vizinho
Eu já não ando mais sozinho
Toca o telefone,
Chega uma mensagem enfim
Ouvimos muita coisa de Brasília
Rumores falam em quadrilha
Foto no jornal, cadeia nacional
Viola o canto ingênuo do caboclo
Caiu o santo do pau oco
Fogem pro riacho
Fogem que os acham, sim
Fulano se atirou da ponte aérea
Não aguentou nova matéria
Apertar os cintos
Preparar pra revelar
Nos chegam gritos das Terras do Norte
Ensaios pra Dança da Sorte
Tem chip pirata
Tem smartphone até
Agora muitos temem qualquer hack
Aqui na esquina fumam crack
Biodegradante
Aromatizante, vem"
César Pavezzi
Minuto", do famoso grupo RPM, que muito agitou mentes e corações de nossa época:
"Sinais de vida no país vizinho
Eu já não ando mais sozinho
Toca o telefone,
Chega uma mensagem enfim
Ouvimos muita coisa de Brasília
Rumores falam em quadrilha
Foto no jornal, cadeia nacional
Viola o canto ingênuo do caboclo
Caiu o santo do pau oco
Fogem pro riacho
Fogem que os acham, sim
Fulano se atirou da ponte aérea
Não aguentou nova matéria
Apertar os cintos
Preparar pra revelar
Nos chegam gritos das Terras do Norte
Ensaios pra Dança da Sorte
Tem chip pirata
Tem smartphone até
Agora muitos temem qualquer hack
Aqui na esquina fumam crack
Biodegradante
Aromatizante, vem"
César Pavezzi
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Sabedoria de um grande líder social...
Resposta de Mahatma Gandhi sobre os fatores que destroem a humanidade:
"O prazer, sem compromisso;
A riqueza, sem trabalho;
A sabedoria, sem caráter;
Os negócios, sem moral;
A ciência, sem humanidade;
A oração, sem caridade;
A política, sem princípios."
(Leia mais sobre a vida e os exemplos desse grande personagem indiano.)
"O prazer, sem compromisso;
A riqueza, sem trabalho;
A sabedoria, sem caráter;
Os negócios, sem moral;
A ciência, sem humanidade;
A oração, sem caridade;
A política, sem princípios."
(Leia mais sobre a vida e os exemplos desse grande personagem indiano.)
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Porque o Mundo é feito de Pessoas...
Gosto de pessoas assim...
Que não são complicadas no modo de ser e sentir...
Que são companheiras, até debaixo de chuva...
Que curtem coisas simples, como o por do sol...
Que entendem meu silêncio, porque também precisam dele...
Que sorriem quando falo alguma bobagem, em sintonia de compreensão...
Que não me julgam, até porque sabem do meu jeito de ser...
Que comemoram o simples fato de poder estar entre amigos...
Que dão mais importância a sentimentos do que coisas materiais...
Que sabem ser pessoas, não máquinas ou objetos submissos aos vícios...
Que valorizam muito mais o que vem da alma, do que o aquilo que muitos
esperam de um corpo...
Enfim, gosto de pessoas que amam as pessoas, porque se enxergam no outro.
César Pavezzi
Que não são complicadas no modo de ser e sentir...
Que são companheiras, até debaixo de chuva...
Que curtem coisas simples, como o por do sol...
Que entendem meu silêncio, porque também precisam dele...
Que sorriem quando falo alguma bobagem, em sintonia de compreensão...
Que não me julgam, até porque sabem do meu jeito de ser...
Que comemoram o simples fato de poder estar entre amigos...
Que dão mais importância a sentimentos do que coisas materiais...
Que sabem ser pessoas, não máquinas ou objetos submissos aos vícios...
Que valorizam muito mais o que vem da alma, do que o aquilo que muitos
esperam de um corpo...
Enfim, gosto de pessoas que amam as pessoas, porque se enxergam no outro.
César Pavezzi
domingo, 29 de março de 2015
Questões antigas que se repetem... Para enaltecer o Mal...
"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem nada produz;
Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;
Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho,
E que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;
Quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício;
Então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada."
(Ayn Rand, filósofa russo-americana, fugitiva da revolução russa, durante a década de 1920).
Comentário: Penso que não serviria essa visão de uma causa relacionada a políticas que se praticam em nosso país, pois na raiz de todo mal existe uma motivação. Líderes e representantes da população só agem porque são eleitos e apoiados por essa sociedade. Precisamos é melhorar nosso senso crítico e praticar a cidadania de maneira inteligente e solidária, racional e coletivamente. César Pavezzi.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Mais conselhos sábios de uma grande dama...
Regina Brett, 90 anos, colunista americana de Cleveland, Ohio.
- Quando se tratar do que você ama, não aceite um não como resposta.
- O órgão sexual mais importante é o cérebro.
- Sempre escolha a vida.
- O que as pessoas pensam de você não é da sua conta.
- Não importa quão boa ou ruim seja uma situação, ela mudará.
- Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que
você fez ou não fez.
- A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
- O melhor ainda está por vir.
- Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça!
- A vida não está amarrada com um lenço, mas ainda é um presente.
(Uma bela reflexão de vida para quem ainda é muito jovem...)
- Quando se tratar do que você ama, não aceite um não como resposta.
- O órgão sexual mais importante é o cérebro.
- Sempre escolha a vida.
- O que as pessoas pensam de você não é da sua conta.
- Não importa quão boa ou ruim seja uma situação, ela mudará.
- Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que
você fez ou não fez.
- A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
- O melhor ainda está por vir.
- Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça!
- A vida não está amarrada com um lenço, mas ainda é um presente.
(Uma bela reflexão de vida para quem ainda é muito jovem...)
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Conselhos sábios de uma dama americana...
Regina Brett, 90 anos, colunista americana, de Cleveland, Ohio.
- Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno.
- Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
- Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
- Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
- Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia do que é a jornada deles.
- Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
- Qualquer coisa que não o matar, o tornará realmente mais forte.
- Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.
- Sempre escolha a vida.
- O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
(Na próxima postagem, publicaremos outros dez conselhos.)
- Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno.
- Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
- Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
- Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
- Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia do que é a jornada deles.
- Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
- Qualquer coisa que não o matar, o tornará realmente mais forte.
- Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.
- Sempre escolha a vida.
- O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
(Na próxima postagem, publicaremos outros dez conselhos.)
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"O direito à literatura"(fragmento)
Apresentamos, de forma objetiva, a visão de Antônio Cândido, grande historiador, analista e professor de Literatura: (...) "Chamarei de...
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