domingo, 4 de dezembro de 2011

AS PIORES FORMAS DE DEFICIÊNCIA

'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

'Louco'
é quem não procura ser feliz com o que possui.

'Cego'
é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

'Surdo'
é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

'Mudo'
 é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

'Paralítico'
é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

'Diabético'
é quem não consegue ser doce. 

'Anão'
é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

'Miseráveis' são todos que não conseguem falar com Deus.

(a autoria(?) desse texto é atribuída a Mário Quintana, enviado por e-mail)

domingo, 27 de novembro de 2011

OS VICIADOS (Cena oitava)

CENA 8:- Rapaz pedindo informações a um guarda, na rua:

Felipe:- Por favor, seu guarda, onde posso encontrar uma livraria aqui perto?
Santos, o guarda:- Livraria?! (quase rindo) Você não é daqui não, garoto?!
Felipe:- Não...Vim visitar uns parentes e resolvi sair pra comprar uns livros.
Santos:- Livros? Sei... Que tipo de livros?
Felipe:- Romances de aventura, de ficção científica, de ação. Por quê? Qual é o problema? Essa cidade não tem livrarias?
Santos:- Tinha... Faz muito tempo que ninguém, ou quase ninguém se interessa por esse hábito, quero dizer, vício...
Felipe (admiradíssimo):- Como é que é?! Vocês não lêem mais, não tem acesso a romances, a literatura em geral?!
Santos (complacente):- É, filho. Aqui não se pode mais estimular essa questão... É que tivemos problemas com muitos viciados, alguns se tornaram crônicos... Agora, quando se encontra algum local de venda de livros, o lugar é fechado e o material apreendido!
Felipe:- Nossa... E as pessoas não se revoltam não? Não fazem leituras às escondidas?
Santos:- Ih! ‘Tá perguntando demais...Parece até que você ‘tá querendo descobrir se consegue esses tais romances no mercado paralelo...
Felipe:- Quer saber: é uma boa idéia... Vou procurar por aí.
Santos:- Se fosse você, teria cuidado. Ontem mesmo as autoridades estouraram um depósito desses, que funcionava clandestino, aqui perto. E as pessoas que estavam negociando no local, foram consideradas viciadas crônicas...
Felipe (encerrando a conversa):- Pode deixar. E o senhor? Nunca leu não?... Pois devia! (E sai, enquanto o guarda apalpa um pequeno volume no bolso da calça.)

(In Os Viciados, dramédia em quadros cotidianos, de César Pavezzi.)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

OS VICIADOS (Cena sétima)

CENA 7: Duas amigas se encontram , depois de muitos anos:

Júlia (após beijarem-se, entusiasmada):- Como vai?! Há quanto tempo...
Sara (alegre, mas reticente):- Bem...Nossa, acho que já vão três anos ou mais...
Júlia:- É verdade. E aí? Casou? Tem filhos? Me lembro do namoro com seu colega de faculdade do último ano.
Sara:- Não. Terminamos... (expressão meio triste) Ou melhor, ele me deixou.
Júlia: Sério? Que chato... Comigo também aconteceu: meu marido arrumou outra e foi embora...
Sara:- Sinto muito. E por que ele te deixou? Algum problema no casamento?
Júlia:- Na relação propriamente dita, nunca houve nada... É que ele me pegou várias vezes... Lendo romances...
Sara:- Não brinca?! Pois saiba que o Miguel me deixou pelo mesmo motivo...
Júlia:- Pois é... Meu ex-marido armou a maior discussão, dizendo que eu já estava crônica...Falou um monte... Depois disse que não podia confiar numa pessoa que consumia Garcia Márquez e Jorge Luis Borges às escondidas. Que eu já era bem madura pra saber que precisava de ajuda...
Sara (espantada e solidária):- O meu ex-namorado já foi um tanto contraditório: disse que eu ia acabar me tornando crônica quando achou um exemplar do Dostoiévsky entre minhas apostilas do curso. Achei que ele fosse compreender, pois fiquei sabendo que estava lendo “O Pequeno Príncipe” novamente...
Júlia:- É, é uma hipocrisia só... Todo mundo que tem interesse e curte alguma história dessas, se acha viciado moderado. Ninguém quer se conscientizar e só sabem criticar as pessoas que acham que estão em estado crônico...
Sara:- Quer saber? Não vamos ligar pra isso, não... Falemos de leitura e essa delícia de hábito, quer dizer, vício.  (e saem, conversando, sorridentes)

(In: Os Viciados, dramédia em quadros cotidianos, de César Pavezzi.)

domingo, 6 de novembro de 2011

OS VICIADOS (Cena sexta)

CENA 6:- Candidato e gerente de recursos humanos numa entrevista:

Sr. Mattos, o gerente (sempre sério e desconfiado):- Já vi pela sua ficha que o senhor teve problemas e ficou sem trabalhar durante um bom tempo...
Sérgio, o candidato (num tom humilde, porém firme):- Sim, problemas de ordem emocional... Mas já passei por terapias alternativas e de apoio, fique tranqüilo.
Sr. Mattos:- Sim, pelo que pude ler sobre seus dados, o senhor tem uma boa formação, graduado, trabalhou em lugares importantes, mas foi demitido por várias vezes... Gostaria de saber se essas demissões foram influenciadas pelo seu... Pelo que chama de problema emocional...
Sérgio (cauteloso, mas insistente):- Mais ou menos. É que meus patrões eram muito incompreensivos e não souberam como tratar certas questões...
Sr. Mattos (sempre desconfiado):- O senhor desenvolveu hábitos que não estavam de acordo com as políticas das empresas, não é isso?
Sérgio:- Digamos que sim...
Sr. Mattos (desafiador):- E como posso confiar que esses “comportamentos” não vão se repetir aqui, na nossa empresa?!
Sérgio (voz beirando a súplica):- É, parece que por causa de hábitos anteriores, o senhor quer me tirar qualquer esperança de trabalho...
Sr. Mattos:- Calma. Acho que não é hoje que vamos chegar a uma resposta definitiva sobre suas pretensões...
Sérgio:- O que tem de mal em gostar de literatura brasileira?!
Sr. Mattos:- Nem sei responder essa questão. Mas tem um grande empecilho aqui, naquilo que o senhor tanto quer... O senhor é...digamos...culto demais, entende?
(O gerente se vira e sai, deixando Sérgio com cara de desalento).


(In: Os Viciados, dramédia em quadros cotidianos, de César Pavezzi.)

sábado, 29 de outubro de 2011

OS VICIADOS (Cena quinta)

CENA 5:- Dois estudantes conversam, enquanto um deles mexe no celular:

Jairo (mexendo no celular):- Que é que te preocupa, cara?
Moacir:- Estou me achando muito estranho... Estou lendo...
Jairo (cortando a fala, sério):- Você o quê? Cara, não vai me dizer que você teve uma recaída?! (continuando a mexer no celular).
Moacir (triste e pensativo):- É...Não foi muito profunda, mas estou me sentindo interessado por poesia... Livros de poemas...
Jairo:- Você deve ter pirado... Vou fingir que não escutei. Quem mais sabe disso? (segue usando os botões do celular).
Moacir:- Ninguém... Tenho lido escondido. Consegui um exemplar do Vinicius de Moraes e outro do Fernando Pessoa.
Jairo (espantado, mas ainda teclando no celular):- Espera aí: se você está viciado nos livros desses caras, você ainda quer enganar que não é profundo?!
Moacir:- Sei lá... Queria que você me ajudasse a compreender, me apoiasse de algum jeito...
Jairo:- Apoiar? Você ‘tá louco? Você tem que se esforçar pra sair dessa... Cara, cadê o seu celular? Cadê os jogos que você curtia? Cadê aquele cara tarado por esporte? Faz alguma coisa pra sair desse vício, meu! (e volta a mexer no celular).
Moacir:- Promete que não vai contar nada pros meus pais?
Jairo:- Se você prometer que vai se tratar, não... E outra, já pensou se meus amigos soubessem que meu melhor amigo anda metido com poesia? Ainda mais poesia... Coisa que afrouxa os sentimentos e outras coisas aí? (e gesticula ridiculamente, enquanto sai de cena).
Moacir (com ar desconsolado):- Amigos... Deve ser porque o livro não tem botão pra apertar... Deve ser... ( e vai embora lentamente e de cabeça baixa).

(In: Os Viciados, dramédia em quadros cotidianos, de César Pavezzi.)

domingo, 23 de outubro de 2011

OS VICIADOS (Cena quarta)

CENA 4: Uma universitária, na biblioteca, conversa com a funcionária:

Marisa (entediada e sarcástica):- Quer dizer que aqui é uma biblioteca e vocês não têm livros?!
Olívia, a funcionária (séria e irônica):- Não, meu bem, você está equivocada. Temos todo o acervo técnico e científico que você precisar, incluindo periódicos informativos e de interesse acadêmico, menos livros de literatura nacional e internacional... Esses últimos são os causadores do vício que a nossa sociedade precisa erradicar... Pelas questões que vêm provocando ao longo dos tempos...
Marisa:- Minha senhora, pois se é justamente desses que eu preciso para minha pesquisa... Ao menos alguns exemplares de romances brasileiros arquivados esse lugar deve ter ?!
Olívia (enfática):- Senhorita, sinto muito, lamento profundamente, mas não vamos poder ajudá-la em suas pesquisas, porque esse material só existe em arquivos secretos ou no mercado paralelo... Além disso, muitos estudantes que pareciam bem intencionados, como a senhorita, cometeram desvarios com esses materiais, no passado...
Marisa:- Sei... Que espécie de desvarios?! Por acaso eles...leram atenta e cuidadosamente esses romances? Se assim fizeram, era justo que assimilassem alguns significados importantes das obras, não acha?
Olívia:- Talvez...Mas as conseqüências foram desastrosas...Muitos caíram no vício e tiveram que receber tratamentos especiais. E de nossa parte, concluímos que o que eles queriam, em realidade, era se viciar por completo.
Marisa:- Já vi que vocês não confiam em pessoas sérias mesmo. Eu só queria alguns volumes de Shakespeare e Gil Vicente para... pesquisar. Até nunca! (e sai, enquanto Olívia mostra uma careta de desconfiança).

(In: Os Viciados, dramédia em quadros cotidianos, de César Pavezzi).

domingo, 16 de outubro de 2011

OS VICIADOS (Cena terceira)

CENA 3: Marido chega do trabalho e conversa com esposa:


Patrícia (receptiva e atenciosa):- Oi, amor. Ih, que cara é essa?

Maurício (sério e com ar cansado):- Oi... Levei uma chamada do patrão e uma advertência no trabalho... Hoje não é o meu dia.

Patrícia:- Deixa eu adivinhar: o chefe te pegou... lendo, na hora do cafezinho. Acertei?

Maurício:- É, e o que tem isso demais? Fui adiantar mais um capítulo da história que comecei a ler, e ele disse que estava voltando ao vício e que eu precisava me tratar. Eu, me tratar? Pode um negócio desses?

Patrícia (compreensiva):- É, meu querido, mas você disse que não ia mexer com isso no local de trabalho... Tudo bem que se trata de Machado de Assis, mas creio que você anda exagerando...

Maurício:- Pois é, mas é que achei que não teria problema... E nem vou te garantir que vou parar... Sei que se quiser, eu paro, mas é preciso muita força de vontade pra abandonar esse hábito, digo, vício, assim, de uma hora pra outra.

Patrícia:- É, mas vê se você se controla, porque algumas autoridades estão de olho em certos comportamentos e já estão até divulgando classificações: uns são moderados, outros intensivos, e tem os crônicos, que dizem ser o pior grau de viciados.


Maurício:- Pode deixar. E cadê o Paulinho?

Patrícia:- Lá no quarto... Imagine, procurando nos livros técnicos de leis e estatutos onde está escrito que as bibliotecas em geral não podem mais manter os acervos de livros de literatura nacional e internacional...

Maurício:- Esse é o meu garoto... Sétima série e já com esse espírito leitor. (e saem para o quarto do garoto).


(In: Os Viciados, dramédia em quadros cotidianos, de César Pavezzi).

domingo, 9 de outubro de 2011

OS VICIADOS (Cena segunda)

CENA 2: Dois namorados discutem, numa praça:

Michele (irritada e insistente):- Você prometeu, cara... Você disse que ia parar com isso...
Cássio (tentando acalmá-la, mas sério):- Foi só naquele dia, mina. Pô, será que    você não confia em mim... Não aconteceu de novo, eu juro.
Michele:- Como não? Eu sei que você foi visto hoje pelo seu primo com outro livro... Não tenta me enganar... E esse é pior do que o outro: um romance da Agatha Christie. O que você pretende?!
Cássio:- Qual é o problema? Foi só uma pequena recaída...
Michele:- Pequena?! De Stephen King pra essa autora... Você deve estar brincando. Eu ‘tô muito preocupada com você. E se seus pais descobrirem?
Cássio:- Não vão saber... Gata, fica tranqüila que isso não ‘tá me fazendo mal algum... Pelo menos, eu não sinto.
Michele:- Mas, e eu?! Você pensa que é fácil saber que você perde tempo com isso e não vai me visitar? E a vergonha, se uma de minhas amigas descobrirem que namoro um viciado?... E que nem quer se ajudar?...
Cássio (tentando abraçá-la):- Você tem que compreender... Eu preciso disso. Minha mente não pode passar sem isso, nem meu coração...
Michele (afastando-se, alterada):- Não compreendo... Eu não sou assim e nem vou querer um namorado desse jeito. Não posso confiar em alguém mais... mais... lido do que eu. (e sai, apressada).
Cássio (reflexivo):- Aposto que é só porque a autora é uma mulher...(e sai, pelo lado contrário).

(In: OS VICIADOS, dramédia em quadros cotidianos, de César Pavezzi.)

sábado, 1 de outubro de 2011

OS VICIADOS (Cena primeira)

CENA 1: No Supermercado, duas donas-de-casa conversam:

Teresa (séria e confidente):- Vi-ci-a-do...
Helena (muito interessada):- Em quê? Bebida? Cigarros?
Teresa:- Pior... livros de literatura!
Helena (boquiaberta e espantada):- Nossa...Nem me fale...Ele também?
Teresa:- Também, também... Dizem que foi pego com um exemplar do  Drummond, aquele poeta, no meio dos materiais de escola. Você vê, um menino tão educado, tão centrado, ninguém nem desconfiava...
Helena:- Que desgosto pra uma família, não é mesmo? E agora, o que vão fazer por ele?
Teresa:- Ouvi dizer que vão mandá-lo pra um daqueles espaços em que usam terapias alternativas pra tentar a cura... Sabe: mais horas de televisão, mais jogos de computador, mais tempo no videogame, essas coisas...
Helena:- Que terrível esse vício, não? Mesmo com todas essas outras atividades, não dá pra confiar que uma hora alguém da família não acabe sendo dominado... Fora os que tem aquelas recaídas....
Teresa:- Vire essa boca... Meu cunhado teve a tal recaída... Apareceu em casa com um livro de contos do Guimarães Rosa... Foi um Deus nos acuda: justo o Guimarães Rosa...
Helena:- Pois é. Eu também tenho estudado várias informações sobre esse vício de leitura, até pra prevenir certas coisas lá em casa... Nunca se sabe...
Teresa:-  ‘Tà certíssima. A gente tem que cuidar bem do que é nosso, em especial a família. Agora, já vou indo... Tenho que buscar meu filho numa Lan-House. Até qualquer dia.
Helena:- Tchau, amiga. Até. Também tenho que pegar minha filha no shopping. (e se beijam, em despedida).

(In: OS VICIADOS, dramédia em quadros cotidianos), de César Pavezzi).

sábado, 24 de setembro de 2011

OS VICIADOS (Preâmbulo)

(A partir desta semana, o leitor interessado em teatro, vai poder conferir os quadros dessa dramédia, onde defendo a leitura de textos literários como hábito importante para todas as idades. Mais do que provocar sorrisos, gratificante é perceber que os textos possam influenciar mentes para uma reflexão séria, aguda...)

     É, os tempos mudaram muito. E com as mudanças, nunca se viu tão poucos leitores apaixonados por livros. Nunca aumentou tanto o desprezo por autores e obras, clássicos e modernos, poéticas e de narrativas.

       É assustador como nossa sociedade eletrônica e tecnológica se transformou em um carrossel de modismos, obsessões imagéticas e alienações rítmicas, menosprezando o exercício mental que a leitura literária pode proporcionar. Exercício esse que, por prescindir do também viciante “apertar de botões”, tem relegado grande parte da população jovem a um mundo de letargia e indolência cultural.

       O universo de livros de literatura em geral está se tornando mais isolado e distante do que as novas descobertas cósmicas realizadas por sondas espaciais. O desafio de enfrentar o mistério e a mágica, por detrás das palavras, não combina, ao que se constata, com aquele esmagador domínio das novidades tecnológicas e brinquedos virtuais. Um dia se acreditou que os livros podiam desaparecer, em função dessa realidade estarrecedora. Quase acertaram no prognóstico.

       De outro lado, o mundo dos que ainda acreditam na literatura como uma possibilidade catalisadora de ideais e reflexões sócio-existenciais, aos olhos de muitos alienados pode parecer uma forma arcaica de comportamento inteligente, ou ainda uma espécie de vício ou desvio, cujos desdobramentos devem ser sutilmente combatidos. É um combate, realmente, em que os “guerreiros” da palavra literária, que lutam pela formação e pela preservação desse hábito, não vão deixar a bandeira ser derrubada.

       E que os livros sobrevivam, porque, se como dizia um pensador: “Nós somos o que lemos”, é melhor muita gente começar a refletir sobre quem é e o que é...

(In: Os Viciados, de César Pavezzi.)

sábado, 17 de setembro de 2011

NUNCA SE ESQUEÇA DE DEUS

(Nesses tempos cada vez mais materialistas e consumistas, sempre é importante lembrar de nossa crença, até como imperativo de consolo para tantos absurdos cometidos por seres humanos nada humanos...)

1 - 'Deus não escolhe pessoas capacitadas, Ele capacita os
escolhidos.'

2 - 'Um com Deus é maioria.'

3 - 'Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que
possamos ouvir a Deus.'

4- 'Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora
da vontade de Deus.'
 
5- 'O mais importante não é encontrar a pessoa certa, e sim ser
a pessoa certa.'
 
6 - 'Moisés gastou: 40 anos pensando que era alguém; 40 anos aprendendo que não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus pode fazer com um NINGUÉM.'
 
7 - 'A fé ri das impossibilidades.'

8 - 'Não confunda a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS.’

9 - 'Não diga a DEUS que você tem um grande problema. Mas diga ao problema que você tem um grande DEUS.'


(texto recebido de um e-mail entre amigos)

"O direito à literatura"(fragmento)

Apresentamos, de forma objetiva, a visão de Antônio Cândido, grande historiador, analista e professor de Literatura: (...) "Chamarei de...